De 19 para 156 reclamações por mês
O Procon-SP registrou 238 reclamações relacionadas a golpes ligados a grandes eventos entre março e maio de 2026 - um salto de 19 casos em março para 63 em abril e 156 em maio, uma multiplicação por oito em três meses. Do total, 115 reclamações foram por não entrega ou atraso do produto, 34 por oferta não cumprida e 24 por itens recebidos diferentes do anunciado, segundo a Agência Brasil.
778 domínios falsos em três meses
A fraude também ficou mais sofisticada. Um levantamento da consultoria de cibersegurança Redbelt Security identificou 778 domínios falsos criados entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026, muitos deles imitando páginas de venda de ingresso com apoio de ferramentas de inteligência artificial. O resultado aparece na percepção do próprio consumidor: 34% dos brasileiros que usam internet relataram contato com golpes ligados a grandes eventos em 2024 e 2025 - quase o dobro dos 19% registrados antes da Copa do Mundo de 2022.
Contexto: venda de ingresso falso, apostas ilegais e produtos falsificados são hoje os três tipos de fraude mais comuns associados a grandes eventos esportivos e shows no Brasil, segundo os órgãos de defesa do consumidor.
Como comprador e organizador podem se proteger
Para quem compra, a regra prática continua a mesma: comprar só no canal oficial do evento ou em plataformas que emitam ingresso nominal e rastreável, desconfiar de preço muito abaixo do lote vigente e nunca pagar por fora do checkout oficial. Para quem organiza e vende, a defesa mais eficaz é técnica - QR Code dinâmico, validação criptografada na portaria e bloqueio de clonagem tornam o ingresso falsificado inviável antes mesmo de chegar à entrada. Veja o detalhamento em Ingresso antifraude com QR Code: como funciona.
Ingresso antifraude de verdade
No Borai, todo ingresso tem QR Code dinâmico criptografado, validação instantânea na portaria e proteção contra clonagem. Entre na lista de espera.
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