Dica rápida

Taxa de conveniência em ingressos: o que é e como calcular

Todo organizador esbarra nessa pergunta na hora de escolher plataforma. Aqui está o que a taxa cobre, quanto é normal pagar e como decidir quem arca com ela.

Publicado em julho de 2026 · Leitura de ~4 minutos
Ilustração abstrata representando taxas de venda de ingressos no Borai

O que é a taxa de conveniência

A taxa de conveniência é o valor que a plataforma de venda de ingressos cobra por processar a compra: gateway de pagamento, antifraude, hospedagem da página do evento, suporte ao comprador e, em plataformas mais completas, app de portaria e gestão de promoters. Ela não é um "extra" arbitrário - é o custo operacional de vender online em vez de vender na porta com dinheiro em espécie.

Quanto é normal pagar

No Brasil, a maioria das plataformas cobra entre 5% e 12% do valor do ingresso. O percentual varia conforme:

Dica: não compare só o percentual. Compare taxa + prazo de repasse + taxa de saque juntos - é essa conta completa que define quanto realmente sobra no seu bolso.

Quem paga: absorver ou repassar ao comprador

Existem três formatos comuns:

  1. Repassar 100% ao comprador: preserva sua margem total, mas o comprador vê a taxa somada no checkout.
  2. Absorver 100%: o preço anunciado já é o preço final, o que simplifica a divulgação e reduz abandono no checkout.
  3. Dividir: uma parte no preço anunciado, outra explícita no checkout - meio-termo comum em eventos maiores.

O fator que mais importa não é quem paga, mas quando o comprador vê o valor total. Taxa surpresa na última etapa do checkout é uma das maiores causas de abandono de carrinho em venda de ingresso. Se for repassar, deixe isso claro desde a página do evento.

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Lotes, plataforma, página que converte, divulgação e portaria - tudo em um só lugar.

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