O que é a taxa de conveniência
A taxa de conveniência é o valor que a plataforma de venda de ingressos cobra por processar a compra: gateway de pagamento, antifraude, hospedagem da página do evento, suporte ao comprador e, em plataformas mais completas, app de portaria e gestão de promoters. Ela não é um "extra" arbitrário - é o custo operacional de vender online em vez de vender na porta com dinheiro em espécie.
Quanto é normal pagar
No Brasil, a maioria das plataformas cobra entre 5% e 12% do valor do ingresso. O percentual varia conforme:
- Meio de pagamento: PIX costuma ter taxa menor que cartão de crédito parcelado.
- Volume de vendas: eventos com muitos ingressos vendidos podem negociar taxa reduzida.
- Recursos incluídos: antifraude, app de portaria offline e gestão de promoters agregam valor à taxa.
- Prazo de repasse: taxa menor com repasse só após o evento pode custar mais caro no seu fluxo de caixa do que uma taxa um pouco maior com repasse rápido.
Dica: não compare só o percentual. Compare taxa + prazo de repasse + taxa de saque juntos - é essa conta completa que define quanto realmente sobra no seu bolso.
Quem paga: absorver ou repassar ao comprador
Existem três formatos comuns:
- Repassar 100% ao comprador: preserva sua margem total, mas o comprador vê a taxa somada no checkout.
- Absorver 100%: o preço anunciado já é o preço final, o que simplifica a divulgação e reduz abandono no checkout.
- Dividir: uma parte no preço anunciado, outra explícita no checkout - meio-termo comum em eventos maiores.
O fator que mais importa não é quem paga, mas quando o comprador vê o valor total. Taxa surpresa na última etapa do checkout é uma das maiores causas de abandono de carrinho em venda de ingresso. Se for repassar, deixe isso claro desde a página do evento.
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