Bilheteria física

Bilheteria para venda de ingresso na porta, com caixa conferido

O guichê vende na porta com dinheiro, maquininha ou cortesia, imprime o ingresso em bobina térmica e fecha o turno com conferência cega do caixa. Se a internet cair, continua vendendo.

Pré-lançamento: o motor da plataforma já está construído e abrindo para as primeiras produtoras.

O que você ganha

Como funciona

  1. Registre o terminal

    O guichê pertence à produtora ou à casa, não a um evento.

  2. Abra o turno

    Com fundo de troco e operador responsável.

  3. Venda na porta

    Dinheiro, maquininha ou cortesia, com impressão.

  4. Feche com conferência

    Contagem cega e relatório do turno.

A porta ainda vende, e é onde o caixa some

Mesmo com a venda online, muita gente decide na hora e compra na porta. E a bilheteria física continua sendo o ponto mais frágil do caixa: dinheiro em espécie, troco, cortesia “liberada pelo dono”, operador que troca no meio da noite e uma conferência que, no fim, ninguém confia.

Turno, operador e gaveta

No Borai, cada guichê é um terminal da produtora ou da casa, e não do evento. O mesmo terminal vende dois eventos na mesma noite e ingresso antecipado para o mês inteiro. Cada operador abre o próprio turno e responde pela gaveta dele; só um turno fica aberto por terminal, para que duas pessoas não contem o mesmo dinheiro.

Conferência cega

No fechamento, o operador declara quanto tem na gaveta antes de o sistema mostrar quanto deveria ter. Se o esperado aparecesse primeiro, a conferência viraria cópia e a diferença daria sempre zero, inclusive quando não é. Esperado, declarado e diferença ficam registrados no fechamento e não mudam depois.

Todo movimento (fundo de troco, sangria, suprimento, estorno) entra num registro que só cresce. Erro se corrige com um lançamento de ajuste, nunca editando o que já aconteceu.

Sem internet, sem parar

Antes de abrir a porta, o terminal reserva uma cota de ingressos do lote. Se a rede cair, ele continua vendendo dessa cota e sincroniza quando a conexão voltar, devolvendo ao lote o que sobrou. O ingresso sai na impressora térmica e é validado no controle de acesso como qualquer outro.

Perguntas frequentes

Como controlar a venda de ingresso na porta?

Use um terminal de bilheteria com turno por operador, registro de cada venda e conferência do caixa no fim do turno. No Borai, o operador declara o dinheiro da gaveta antes de ver o valor esperado, e toda sangria, suprimento ou ajuste fica registrado.

A bilheteria funciona sem internet?

Sim. O terminal reserva uma cota de ingressos antes, vende offline e sincroniza quando a conexão volta, devolvendo ao lote o que não foi vendido.

Quais formas de pagamento a bilheteria registra?

Dinheiro, maquininha de cartão da própria casa ou produtora e cortesia. Só o dinheiro entra na conferência da gaveta.

Um mesmo guichê pode vender mais de um evento?

Sim. O terminal pertence à produtora ou à casa, não ao evento, então pode vender dois eventos na mesma noite ou ingressos antecipados para o mês inteiro.

O Borai já está disponível?

O Borai está em pré-lançamento e abrindo para os primeiros parceiros da lista de espera.

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Sem mensalidade, sem taxa de setup e sem exclusividade. Entre na lista de espera e negocie sua taxa antes do lançamento.